Google lança serviço de música online

outubro 29, 2009

Em parceria com iLike e LaLa, do MySpace, a gigante de buscas anunciou o lançamento oficial de seu serviço de música online, conhecida como OneBox. O serviço segue a mesma idéia do iTunes, em que permite ao internauta ouvir no mínimo 30 segundos de uma faixa pelos sites parceiros, que vão disponibilizar links para compras.

De acordo com matéria da Reuters, a ferramenta do Google vai ajudar os usuários a encontrarem música pelo título, nome do artista ou até mesmo por frases das letras. Por enquanto, o serviço está disponível somente nos Estados Unidos e os internautas norte-americanos vão poder utilizá-lo a partir do dia 4 de novembro.

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Google Docs ganha espaço dentro das empresas, substituindo o MS Office

outubro 2, 2009

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Segundo pesquisa, o “office pela web” é utilizado por uma em cada cinco empresas, e essa razão tende a aumentar.

Foi publicado há duas semanas um relatório informando que aproximadamente 20% das 300 empresas participantes em uma pesquisa afirmaram usar o aplicativo do Google em suas organizações. Cerca de 25% alega que o uso do Google Docs será implementado no próximo ano.

De acordo com o site PC World, um relatório semelhante, divulgado em dezembro de 2007, informava que apenas 5% dos questionados informava ser o Google Docs “largamente utilizado” no local de trabalho.

Melissa Webster, analista da empresa responsável pelo relatório, alerta que se essa taxa continuar em crescimento, a Microsoft poderá ser afetada. “O Google Docs ainda não está suplantando a Microsoft, mas o fato do aplicativo web estar sendo escolhido tão rapidamente é uma grande ameaça”, aponta a analista da IDC.

Entretanto, segundo o site IT PRO, mesmo que 20% afirmem que usam o Google Docs, o relatório também mostra que 97% dos participantes ainda utilizam o Microsoft Office em paralelo. Dessa forma, a Microsoft ainda está longe de ser superada.

Vale lembrar que, apesar de alternativas bastante eficientes como o gratuito OpenOffice, o mercado do Microsoft Office não havia sofrido impacto significante até o aparecimento do Google Docs – o suficiente para a empresa anunciar seu Microsoft Office “nas nuvens”, que chega em 2010.


Adobe e McAfee vão desenvolver produto voltado à segurança

setembro 28, 2009

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A Adobe e a McAfee vão desenvolver juntas um produto que combina capacidade de gerenciamento de direitos digitais e tecnologia voltada para prevenir o vazamento de dados das redes corporativas.

A parceria une a experiência da Adobe em gerenciamento de direitos digitais à tecnologia de prevenção de perda de dados da McAfee para oferecer aos usuários a habilidade de restringir o acesso a documentos, de acordo com sua classificação. As companhias afirmaram, em comunicado, que isso pode ajudar as empresas a proteger melhor suas informações, como propriedade intelectual.

McAfee e Adobe não forneceram detalhes do novo produto, mas informações devem ser divulgadas na conferência de segurança Focus09 da McAfee, que acontecerá em Las Vegas no próximo mês.

Como parte do acordo, o Security Scan da McAfee deve ser oferecido como download opcional para os usuários que instalarem o Reader e o Flash Player da Adobe.

Fonte: IMasters


Olá leitores, aqui quem vos escreve é o mais novo blogueiro do “The Geekers”. Em meus posts veram bastante conteúdo relacionando ao mundo do desenvolvimento, desde a programação em linguagens de baixo nível até tutoriais integrando Photoshop, conceitos de tipografia e 3D.


Google anuncia sistema operacional

julho 9, 2009

A gigante de buscas anunciou uma grande novidade: Google Chrome Operating System, um sistema leve de código aberto, voltado inicialmente para Netbooks. “Esta é a nossa tentativa de repensar como os sistemas operacionais devem ser”.

“Ainda este ano disponibilizaremos seu código-fonte e netbooks com o Google Chrome OS estará disponível para os consumidores no segundo semestre de 2010. Temos conversado com parceiros sobre o projeto e nós vamos em breve trabalhar com a comunidade de código-aberto, nós queremos compartilhar a nossa visão agora para que todos compreendam o que estamos tentando alcançar” disse o Google.

Além disso, o Google Chrome OS também apresentará como foco de desenvolvimento uma velocidade aprimorada, simplicidade,  segurança e o mundo web. “Nós estamos projetando o sistema operacional para ser rápido e leve, sua inicialização até entrar na web será de poucos segundos. A interface do usuário é mínima para permanecer fora do seu caminho, e explorar mais a experiência do usuário na web”.

Questionado sobre a competição contra a Microsoft, Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, afirmou: “A principal meta do novo sistema operacional do Google, o Chrome OS, será a navegação na internet”. Segundo ele, o OS, voltado a netbooks, não irá competir com o Windows pois a aposta do Google é atingir usuários que não precisem realizar configurações no sistema operacional, como instalações de dispositivos de hardware ou configurações de software. Desta forma, o Chrome OS segue um caminho diferente do sistema operacional da Microsoft.

De acordo com Ximenes, a “experiência de navegação na web hoje não é satisfatória e tem que ser repensada”. Para o diretor, o usuário não vai precisar gastar muito em um PC simplesmente para se conectar à rede e, caso queira usar aplicativos, todos poderiam ser acessados online, como editores de texto, fotos e vídeos.

Além disso, por se tratar de um software aberto, os programas podem transitar para o Chrome OS sem maiores problemas e o sistema seria adaptado para computadores mais robustos.

O coração do novo sistema operacional será o navegador do Google, o Chrome. Mas, isso não impede o desenvolvimento de outros browsers, já que o sistema operacional será baseado no kernel do Linux.

O Chrome OS também pode ser desenvolvido para smartphones e não vai competir com o Android, sistema do Google que foca em experiência de mobilidade – velocidade da interface e economia de bateria -, por “serem produtos diferentes”, de acordo com o diretor.

Ximenes também salientou que a nova aposta do Google será aberta a desenvolvedores no fim de 2009 e que deverá chegar ao mercado no próximo ano. “No Brasil, o mercado de netbooks é grande e a implementação do sistema nos produtos só dependerá dos fabricantes”, concluiu.


Brasileiro passa 3 vezes mais tempo na Web que vendo TV

março 29, 2009

Uma pesquisa realizada pela Deloitte e divulgada nesta sexta-feira afirma que os brasileiros passam três vezes mais tempo por semana conectados à Internet do que assistindo à televisão.

O estudo “O Futuro da Mídia” está na terceira edição, mas esta foi a primeira em que o Brasil foi inserido entre os outros países pesquisados: Estados Unidos, Japão, Alemanha e Grã-Bretanha. Dos 9 mil entrevistados, 1.022 eram brasileiros.

De acordo com a pesquisa, os consumidores brasileiros gastam, atualmente, 82 horas por semana utilizando diversos tipos de mídia e de entretenimentos tecnológicos, como o celular. Para a maioria dos consumidores, o computador superou a televisão em termos de entretenimento.

A maior parcela dos participantes (81 por cento) apontou o computador como o meio de entretenimento mais importante em relação à TV. Entre os ouvidos, 58 por cento disseram que videogames, jogos no computador e online são importantes fonte de diversão.

Metade dos entrevistados estão atentos aos lançamentos tecnológicos e tentam adquirir rapidamente esses equipamentos. Além disso, 47 por cento dos pesquisados usam o celular como um dispositivo de entretenimento.

O levantamento ouviu pessoas com entre 14 e 75 anos de idade. A faixa etária de 26 a 42 anos é a mais envolvida com atividades interativas na Internet, como assistir a programas de TV ou usar o computador para chamadas telefônicas. Em todas as faixas de idade, a atividade mais realizada na Internet é a criação de conteúdos pessoais para serem acessados por outras pessoas, como Web sites, fotos, vídeos, músicas e blogs, diz o estudo.

Outro dado detectado pela pesquisa da Deloitte foi que os brasileiros se sentem limitados na Internet pela velocidade de sua conexão. Por isso, 85 por cento dos ouvidos afirmaram estar dispostos a pagar mais para ter conexões mais velozes.

As pessoas da faixa etária acima de 43 anos são as mais dispostas a pagar mais caro por mais velocidade. Entre todos os entrevistados, 92 por cento possuem celular. Entre os aplicativos deste tipo de aparelho, as mensagens de texto são as mais utilizadas (92 por cento), seguidas da câmera digital (78 por cento), jogos (67 por cento) e a câmera de vídeo (62 por cento).

fonte: UOL


Em 2008, foram registrados 177 milhões de domínios na Web

fevereiro 20, 2009

Segundo um estudo divulgado pela VeriSign nesta quarta-feita (18/02), a internet mundial fechou o ano de 2008 com 177 milhões de domínios registrados, um aumento de 16% em relação no ano passado.

Os domínios “.com” e “.net” representam a maioria deles (cerca de 90 milhões). Em relação aos outros domínios, como “.eu”, “.br”, “.uk”, representados como ccTLDs, correspondem a 71,1 milhões no final de 2008, um crescimento de 22% em relação ao ano anterior, graças a popularização do domínio chinês “.cn”.

O ccTLD mais registrado do mundo é o sufixo chinês, seguido por “.de”, da Alemanha, “.uk”, do Reino Unido, e “.nl”, da Holanda. O “.br” brasileiro aparece apenas na sétima posição, a frente de países como Estados Unidos (“.us”) e Austrália (“.au”).